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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

NO CAMINHO COM MAIAKÓVSKI - Poesia

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

O poema nos lembra o momento político no qual vivemos.
Aos poucos, eles vão sufocando o povo que a tudo assiste impassível e submisso.
Reagir é preciso.
Até quando ficaremos calados?
Acorda,brasileiro!
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